Matt Tuck, o vocalista da banda Bullet For My Valentine parecia estar destinado a ser uma estrela do esporte, mas aí ele descobriu a banda Metallica e começou a criar o seu caminho para a dominação do mundo.
MH: Segundo o Wikipédia o seu nome completo é Matthew James Tuck…
Matt: Está errado, não tem nome do meio. É só Matthew Tuck.
MH: Mas é verdade que você nasceu em Bridgend, Wales em 20 de janeiro de 1980 - o que te faz um capricorniano?
Matt: Sim, está certo!
MH: Você está por dentro da astrologia?
Matt: Não muito, mas eu sei que estou no limite entre Capricórnio e Aquário.
MH: Isso significa que você é individualista e um pouco cabeça dura. Isso soa familiar?
Matt: É, isso parece correto!
MH: Nos conte sobre a sua família.
Matt: Eu tenho duas irmãs mais velhas que são gêmeas. Eu não acho que eu tenha sido mimado mas talvez eu tenha tido um pouco mais de atenção do que minha irmãs quando estava crescendo porque eu era o único garoto da casa e eu estava um pouco mais por dentro das coisas. Eu estava por dentro do karatê, futebol americano, basquete, futebol e música. Meu pai fazia muita parte disso. Meu pai é gerente de uma empresa de alimentos da região, e fazia o mesmo trabalho na época e a minha mãe fazia coisas diferentes do que trabalhar em empresas de supermercado. Nós éramos uma família muito feliz!
MH: Nos conte sobre como foi crescer em Brindgend.
Matt: Uma típica cidade galesa, pequena, todos conheciam o trabalho dos outros. Mas acima de tudo um ótimo lugar para crescer, especialmente quando se é um adolescente. Tinha um grande cenário musical, o que teve uma grande parte pelo que somos hoje.
MH: Você tinha muita liberdade quando era criança..
Matt: Basicamente, eu fazia o que eu gostava, de um certo modo. Qualquer coisa que eu quisesse fazer meus pais eram tipo "ok, nós apoiamos você nisso se é o que você gosta”. Eles me ajudaram durante o caminho. Como, quando eu comecei a tocar guitarra, mais de uma vez eles me apoiaram e me ajudaram a comprar as coisas. Meu pai iria me ajudava a voltar pra casa com uma guitarra nova. Ele entrou nisso comigo.
MH: Quantos anos você tinha quando começou a tocar guitarra?
Matt: Eu estava no meu aniversário de 14 anos. Meu primeiro instrumento foi uma bateria. Meu pai me deu um kit de bateria quando eu tinha 5 anos, uma bateria de tamanho normal. Eu fiquei com ela até os 15 anos quando eu a vendi para comprar os equipamentos para a guitarra. Eu era muito ruim [na bateria]. Eu não comecei a aprender realmente até eu estar na minha adolescência e conhecer o Metallica. Eu toquei algumas vezes em bandas locais antes que eu querer tocar guitarra.
Matt: Está errado, não tem nome do meio. É só Matthew Tuck.
MH: Mas é verdade que você nasceu em Bridgend, Wales em 20 de janeiro de 1980 - o que te faz um capricorniano?
Matt: Sim, está certo!
MH: Você está por dentro da astrologia?
Matt: Não muito, mas eu sei que estou no limite entre Capricórnio e Aquário.
MH: Isso significa que você é individualista e um pouco cabeça dura. Isso soa familiar?
Matt: É, isso parece correto!
MH: Nos conte sobre a sua família.
Matt: Eu tenho duas irmãs mais velhas que são gêmeas. Eu não acho que eu tenha sido mimado mas talvez eu tenha tido um pouco mais de atenção do que minha irmãs quando estava crescendo porque eu era o único garoto da casa e eu estava um pouco mais por dentro das coisas. Eu estava por dentro do karatê, futebol americano, basquete, futebol e música. Meu pai fazia muita parte disso. Meu pai é gerente de uma empresa de alimentos da região, e fazia o mesmo trabalho na época e a minha mãe fazia coisas diferentes do que trabalhar em empresas de supermercado. Nós éramos uma família muito feliz!
MH: Nos conte sobre como foi crescer em Brindgend.
Matt: Uma típica cidade galesa, pequena, todos conheciam o trabalho dos outros. Mas acima de tudo um ótimo lugar para crescer, especialmente quando se é um adolescente. Tinha um grande cenário musical, o que teve uma grande parte pelo que somos hoje.
MH: Você tinha muita liberdade quando era criança..
Matt: Basicamente, eu fazia o que eu gostava, de um certo modo. Qualquer coisa que eu quisesse fazer meus pais eram tipo "ok, nós apoiamos você nisso se é o que você gosta”. Eles me ajudaram durante o caminho. Como, quando eu comecei a tocar guitarra, mais de uma vez eles me apoiaram e me ajudaram a comprar as coisas. Meu pai iria me ajudava a voltar pra casa com uma guitarra nova. Ele entrou nisso comigo.
MH: Quantos anos você tinha quando começou a tocar guitarra?
Matt: Eu estava no meu aniversário de 14 anos. Meu primeiro instrumento foi uma bateria. Meu pai me deu um kit de bateria quando eu tinha 5 anos, uma bateria de tamanho normal. Eu fiquei com ela até os 15 anos quando eu a vendi para comprar os equipamentos para a guitarra. Eu era muito ruim [na bateria]. Eu não comecei a aprender realmente até eu estar na minha adolescência e conhecer o Metallica. Eu toquei algumas vezes em bandas locais antes que eu querer tocar guitarra.
MH: A história começa no grande momento em que você viu o vídeo da música Enter Sandman, do Metallica na TV..
Matt: É. Eu nunca tinha ouvido nada assim antes. Enter Sandman foi um momento de cair o queixo, literalmente. A partir disso eu fiquei focado no que eu queria fazer na minha vida, acho que levei 14 anos pra chegar nisso. Eu era um fanático por esportes até os meus 18 anos, sério. Eu joguei hugby em um time local, joguei bem e consegui jogar pelo país aos 16 anos. E no basquete eu joguei pelo Wales , quando eu tinha 15 anos. Eu tinha uma tendência pra ser um geek em tudo o que fizesse. Eu colocava tudo o que tinha pra me tornar decente nisso, sabe? Eu ainda sou apaixonado por hugby, era o meu favorito. Eu não jogo isso há anos mas uma parte de mim quer começar tudo de novo. No basquete eu tinha a mesma altura que tenho agora, quando tinha 14 anos. Eu lançava até dois metros, um daqueles garotos esguios. E muito ágil, muito rápido, bem leve, eu podia pular. Mas aí a música entrou na minha vida. Todo o resto ficou pra trás e a guitarra dominou. Eu fiquei trancado no meu quarto. Eu fui de um atleta semi-profissional na adolescência e muito focado academicamente pra ser um peculiar muso no tempo que eu tinha 16 anos. Ha ha ha!
MH: Como você também foi se tornar um cantor?
Matt: Eu nunca tinha pensado em cantar. Isso aconteceu quando eu me encontrei com os garotos e começamos a tocar música juntos, eu era o único que conseguia tocar os riffs do Metallica e cantar ao mesmo tempo. Isso foi algo que eu achei fácil. Os outros garotos podiam tocar mas não podiam fazer duas coisas ao mesmo tempo. Eu sempre fui o garoto que podia fazer os dois.
MH: Então você canta, toca, compõe músicas…o grupo se reúne em torno de você ou você é mandão?
Matt: Apenas sendo eu mesmo, eu sempre fui uma figura líder. Então acho que foi um pouco dos dois. Eles eram meus amigos antes de começarmos a tocar juntos e as únicas pessoas com quem eu trabalharia com isso. Eu só tenho que ter um pouco mais…não de ambição, mas tenho que estar focado em onde estamos indo e o que devemos fazer. Felizmente, eles ainda não chegaram e mim e me mandaram ir se foder, haha.
MH: Teve um longo período em que a banda não ia à lugar algum…
Matt: Foram sete longos anos, já tínhamos a banda há algum tempo. A única mudança que tivemos foi quando o Jay entrou depois da saída do nosso baixista. Sete anos juntos na banda. Sete anos até conseguirmos o nosso contrato. E já nós conhecíamos há dez anos, então estamos juntos desde sempre.
MH: Isso dá a banda uma força especial, que as outras não tenham?
Matt: Eu acho que não funcionaria de outro jeito, e eu não consigo imaginar acontecendo de outra maneira. É a razão de sermos tão focados. As vezes nós temos desentendimentos e birras durante as tours, mas nunca teve um momento onde parecesse que estávamos desistindo de alguma coisa. Faz parte de nós, estarmos bem sucedidos e ainda dividir as nossas besteiras juntos. Ninguém batalhou mais do que nós, é ninguém nunca foi tão determinado como nós. Demos duro durante longos sete anos, e quando apareceu uma oportunidade…nós agarramos.
MH: Durante esses anos você trabalhou em uma loja de música…
Matt: Sim, ela se chamava XS e era torturante trabalhar lá, as vezes. Uma vez um empresário local chegou lá e me disse que tinha me escutado na banda e perguntou sobre ela pra mim. Então eu falei pra ele, e ele ficou louco, falou que eu nunca iria conseguir um contrato. Ele falou um monte. E pra mim, coisas como essas, servem como munição, pra mim provar que eu posso muito mais. Agora ele vende as porras dos meu cds, sabe como é, tipo foda-se.
MH: Como você se sentiu na primeira vez que seu álbum atingiu o topo das paradas.
Matt: Foi realmente incrível mas não foi algo que demos muita atenção. Nós tínhamos lançado algumas música e algumas estavam no Top 20 em UK. Estávamos focados apenas na venda dos álbuns e na nossa tour. No backstage nós só ficávamos pensando: ‘vamos conseguir mais fãs, vamos conseguir mais fãs’. Não importava as músicas, até hoje não importa. Nós não ligamos. A maneira que construímos nosso sucesso e ver que ainda estamos crescendo é olhando para a venda dos ingressos. E até agora está indo bem!
MH: É o seu principal foco quando está escrevendo as músicas? A audiência ao vivo.
Matt: Nós temos uma boa visão do que soa bom e o que devemos ou não fazer. E felizmente milhões e milhões de pessoas concordam com a gente. O nosso último álbum, Fever, estampou nossa autoridade no mundo do rock e foi um grande sucesso em todo o mundo. No fim do ano passado nós terminamos a nossa turnê europeia. E as coisas estão ótimas e temos muita sorte de podermos saber o que os nossos fãs querem.
MH: Então você canta, toca, compõe músicas…o grupo se reúne em torno de você ou você é mandão?
Matt: Apenas sendo eu mesmo, eu sempre fui uma figura líder. Então acho que foi um pouco dos dois. Eles eram meus amigos antes de começarmos a tocar juntos e as únicas pessoas com quem eu trabalharia com isso. Eu só tenho que ter um pouco mais…não de ambição, mas tenho que estar focado em onde estamos indo e o que devemos fazer. Felizmente, eles ainda não chegaram e mim e me mandaram ir se foder, haha.
MH: Teve um longo período em que a banda não ia à lugar algum…
Matt: Foram sete longos anos, já tínhamos a banda há algum tempo. A única mudança que tivemos foi quando o Jay entrou depois da saída do nosso baixista. Sete anos juntos na banda. Sete anos até conseguirmos o nosso contrato. E já nós conhecíamos há dez anos, então estamos juntos desde sempre.
MH: Isso dá a banda uma força especial, que as outras não tenham?
Matt: Eu acho que não funcionaria de outro jeito, e eu não consigo imaginar acontecendo de outra maneira. É a razão de sermos tão focados. As vezes nós temos desentendimentos e birras durante as tours, mas nunca teve um momento onde parecesse que estávamos desistindo de alguma coisa. Faz parte de nós, estarmos bem sucedidos e ainda dividir as nossas besteiras juntos. Ninguém batalhou mais do que nós, é ninguém nunca foi tão determinado como nós. Demos duro durante longos sete anos, e quando apareceu uma oportunidade…nós agarramos.
MH: Durante esses anos você trabalhou em uma loja de música…
Matt: Sim, ela se chamava XS e era torturante trabalhar lá, as vezes. Uma vez um empresário local chegou lá e me disse que tinha me escutado na banda e perguntou sobre ela pra mim. Então eu falei pra ele, e ele ficou louco, falou que eu nunca iria conseguir um contrato. Ele falou um monte. E pra mim, coisas como essas, servem como munição, pra mim provar que eu posso muito mais. Agora ele vende as porras dos meu cds, sabe como é, tipo foda-se.
MH: Como você se sentiu na primeira vez que seu álbum atingiu o topo das paradas.
Matt: Foi realmente incrível mas não foi algo que demos muita atenção. Nós tínhamos lançado algumas música e algumas estavam no Top 20 em UK. Estávamos focados apenas na venda dos álbuns e na nossa tour. No backstage nós só ficávamos pensando: ‘vamos conseguir mais fãs, vamos conseguir mais fãs’. Não importava as músicas, até hoje não importa. Nós não ligamos. A maneira que construímos nosso sucesso e ver que ainda estamos crescendo é olhando para a venda dos ingressos. E até agora está indo bem!
MH: É o seu principal foco quando está escrevendo as músicas? A audiência ao vivo.
Matt: Nós temos uma boa visão do que soa bom e o que devemos ou não fazer. E felizmente milhões e milhões de pessoas concordam com a gente. O nosso último álbum, Fever, estampou nossa autoridade no mundo do rock e foi um grande sucesso em todo o mundo. No fim do ano passado nós terminamos a nossa turnê europeia. E as coisas estão ótimas e temos muita sorte de podermos saber o que os nossos fãs querem.

0 Comentários